Continuando no Tim Maia ....
"O Brasil é o único país onde puta goza, cafetão tem ciúmes, traficante é viciado e pobre é de direta"
quinta-feira, 10 de janeiro de 2008
Tim Maia, meu amigo

Hoje o post é sobre o síndico, Tim Maia, que deve estar causando estresse lá no céu com suas loucuras.
Tudo começou quando Edu, meu pai da bôemia, me pediu para fazer uma matéria sobre o novo livro do Nelson Motta, o Vale Tudo.
Já não gostei muito da idéia.
Não sei se já comentei por aqui, mas não sou fã de best-sellers. E esse livro está entre os mais vendidos. No metrô não se lê outra coisa. Virou moda, o que me irrita.
Sei que parece preconceito. E é!
Só rompi essa barreira uma vez. Tive que fazer muito esforço e só comprei o livro porque tinham boas indicações e estava em promoção.
Resultado: quebrei minha cara.
"Quando Nietzsche chorou", que ainda continua na lista dos mais vendidos, é um livro muito legal.
Bem, fiz a matéria e logo descobri coisas fantásticas do Tim.
Uma delas não posso deixar de contar.
Quando o filho de Tim nasceu, o guru espiritual deu três opção de nomes: Robson, Telmo e Adelmo. O músico logo descartou Robson, mas ficou em dúvida entre os dois outros nomes. Qual a solução? Registrou o filho comom Adelmo, mas só chamava a criança de Telmo. Coisa de louco!
Tudo bem, até que a professora do colégio chamou os pais na escola e pediu um teste de audição. Desconfiava que o garoto era surdo porque chamava pelo nome e ele não atendia.
Assim era Tim Maia, louco e gênio. Suas músicas samba-soul fazem sucesso até hoje e sua biografia segue o mesmo caminho.
No final do dia resolvi dar minha cara à tapa novamente. Comprei o livro, porque, afinal vale tudo. Vale até ler um best-seller.
terça-feira, 8 de janeiro de 2008
Segundo do ano
Como esta budega etava de recesso, não cheguei a falar sobre a dificuldade de comprar um presente.
Não sei quanto à vocês, mas eu gosto de dar presentes com significados e por isso os escolho muito bem. Depois de uma difícil decisão, escolhi o que seria: o DVD do Paulinho da Viola!
Para minha desgraça, começava aí a saga.
Primeiro fui na Americanas do Centro do Rio, onde um cartaz gigante anunciava o lançamento, mas o rapaz do balcão também anunciava que o produto estava esgotado.
Logo após, fui a querida Saraiva, mas por lá também rasparam o tacho e nenhum exemplar.
Bem, logo pensei: "vou para uma velha e boa loja de CD's. Se é que ainda existem", mas lá não havia nem um sinal do DVD. Recorri às Americanas da Tijuca, mas já sentia que não teria êxito.
Pois é, desisti!
Cheguei em casa puto e cansado. Resolvi relaxar vendo Tv, quando me deparo com o seguinte comercial: "Você não precisa de tudo para seguir sua estrela. Basta ter o melhor. Já nas lojas o CD com os maiores sucessos de Kelly Key"
Primeiro: risos!
Como assim o melhor de Kelly Key? Ela tem alguma coisa que preste? (tirando o corpão)
Segundo o comercial, não só uma, mas várias faixas boas.
Logo depois, preocupação!
Preciso confessar. Sabia umas 3 músicas que passaram. Não sei como. Eu juro que não gosto, mas acho que grudam na cabeça.
Um pouco mais tarde: indignação!
Como a mídia é forte. Faz de uma merda, como a ex do Latino, uma super estrela. E ainda colocam as músicas bestas nas nossas cabeças.
No outro dia, perdi as esperanças!
Fui procurar mais uma vez o DVD do Paulinho, mas na prateleiras só Padre Marcello Rossi e adivinhem ....
KELLY KEY e suas melhores.
Estamos perdidos. Coitado do Papai Noel!
Não sei quanto à vocês, mas eu gosto de dar presentes com significados e por isso os escolho muito bem. Depois de uma difícil decisão, escolhi o que seria: o DVD do Paulinho da Viola!
Para minha desgraça, começava aí a saga.
Primeiro fui na Americanas do Centro do Rio, onde um cartaz gigante anunciava o lançamento, mas o rapaz do balcão também anunciava que o produto estava esgotado.
Logo após, fui a querida Saraiva, mas por lá também rasparam o tacho e nenhum exemplar.
Bem, logo pensei: "vou para uma velha e boa loja de CD's. Se é que ainda existem", mas lá não havia nem um sinal do DVD. Recorri às Americanas da Tijuca, mas já sentia que não teria êxito.
Pois é, desisti!
Cheguei em casa puto e cansado. Resolvi relaxar vendo Tv, quando me deparo com o seguinte comercial: "Você não precisa de tudo para seguir sua estrela. Basta ter o melhor. Já nas lojas o CD com os maiores sucessos de Kelly Key"
Primeiro: risos!
Como assim o melhor de Kelly Key? Ela tem alguma coisa que preste? (tirando o corpão)
Segundo o comercial, não só uma, mas várias faixas boas.
Logo depois, preocupação!
Preciso confessar. Sabia umas 3 músicas que passaram. Não sei como. Eu juro que não gosto, mas acho que grudam na cabeça.
Um pouco mais tarde: indignação!
Como a mídia é forte. Faz de uma merda, como a ex do Latino, uma super estrela. E ainda colocam as músicas bestas nas nossas cabeças.
No outro dia, perdi as esperanças!
Fui procurar mais uma vez o DVD do Paulinho, mas na prateleiras só Padre Marcello Rossi e adivinhem ....
KELLY KEY e suas melhores.
Estamos perdidos. Coitado do Papai Noel!
segunda-feira, 7 de janeiro de 2008
Primeiro do ano

Salve, salve queridos e assíduos leitores.
Quer dizer, assíduos não, porque não dá pra exigir assiduidade a um blog que está há tempos ser ser atualizado. rs
Culpa minha, eu sei.
Desculpem, mas me dei férias merecidas desde o meu aniversário.
E como todo mundo faz, começo o ano com a promessa de que em 2008 irei atualizar mais freqüentemente. Também prometo que vou começar a fazer exercícios, beber menos (isso depois do carnaval), economizar e me comportar. Quem sabe no final do ano papai noel traga o presente que não veio em 2007.
É meus nobres ... não sei quanto a vocês, mas para mim o ano que passou foi brabeira. Mas passou.
Essa semana estava reparando uma coisa na Tv, no jornal e nas conversas de botequins. Que mania chata temos de falar que tudo é o primeiro do ano. Porra, num agüento mais a primeira chuva do ano, o primeiro bebê do ano, o primeiro assassinato do ano, a primeira pegação do ano. Sempre a mesma coisa.
Pior ainda é aquela velha piadinha: desde o ano passado que não te vejo. Desde o ano passado que não fiz isso ou aqui. Sem graça...
Mas tudo bem, a gente vence isso. O que importa é que este é o primeiro post do ano. Cara, e agora que me toquei que não posto desde o ano passado. rs
Divirtam-se e positive vibrations para 2008.
Eu tô com esperança. E vc?
quinta-feira, 13 de dezembro de 2007
Então é natal!
Música de fundo: Jingle Bells Final de ano chegando e o clima de Natal está presente nas ruas.
Todos saem de casa, o trânsito fica infernal, os shoppings lotados (principalmente o do lado da minha casa), crianças chorando no colo do papai noel, supermercado, nem pensar, aquelas musiquinhas chatas pra caraca, cheiro de bacalhau por todos os lados, e, pra variar, uma chuva dos infernos que se intercala com um calor do cão.
Meus 5,2 leitores devem estar pensando que eu odeio esta época do ano. Mas estão enganados, eu adoro! Sou povão mesmo e gosto de me misturar. Mas todo ano me irrito com a mesma coisa: o pisca-pisca!
Domingo passado foi dia de decorar a varanda da minha casa de Friburgo com essas lâmpadas lindas. Na boa, isso merece entrar para aquela famosa lista do "quem inventou?", que sempre faço no meu blog.
Meus amigos,
que porre é instalar essa porcaria de pisca-pisca. É um emaranhado de fio que ninguém consegue desembolar. Fora isso, as lâmpadas quebram por qualquer coisa e, com isso, uma parte delas ficam sem funcionar. Depois elas resolvem queimar. Meu pai tadinho, levou um choque daqueles tentanto recuperar um pisca-pisca queimado. Saiu correndo e gritanto e ainda ficou com a mão roxa do choque. Foi a única cena engraçada dessa aventura.
que porre é instalar essa porcaria de pisca-pisca. É um emaranhado de fio que ninguém consegue desembolar. Fora isso, as lâmpadas quebram por qualquer coisa e, com isso, uma parte delas ficam sem funcionar. Depois elas resolvem queimar. Meu pai tadinho, levou um choque daqueles tentanto recuperar um pisca-pisca queimado. Saiu correndo e gritanto e ainda ficou com a mão roxa do choque. Foi a única cena engraçada dessa aventura.
Na boa, quando minha mãe veio com esse papo senti que as coisas não dariam certo. Pra ela é fácil. Difícil é para os homens da casa (meu pai e eu, no caso) que ficamos com escada pra lá, fita isolante pra cá, bartante acolá, enrola aqui, até que fez-se a luz. Lindo!!
Lindo, mas dá um trabalhooo ...
Quem deve ter inventado isso é quem trabalha nessas companhias de eletricidade, porque fora o trabalho, gasta luz pra caramba.
Resultado da maratona: na segunda estava todo doído. Parecia aqueles dias que musculação que você não está acostumado. Então, acho que é a idade chegando. E está mesmo, meu aniversário é sábado. Depois disso, QUE VENHA O NATAL!
segunda-feira, 10 de dezembro de 2007
Engov's depois ... voltei
Salve, salve malandragem.Depois de uns dias de recesso e ressaca estou na ativa.
Estou tendo um problema sério.
Toda vez que bebo fico de ressaca. Não sei porque. Antigamente não era assim. Talvez estaja ficando velho. Ou talvez esteja bebendo mais. Quem explica?
Mas o motivo deste texto é o Engov.
No último post, minha amiga Renatinha comentou que deveria tomar um comprimido e voltar a escrever. Logo me veio a cabeça o método anti-ressaca do Engov.
Segundo a bula, para o Santo comprimido funcionar, o bom bebum deve tomar um comprimido antes de beber e outro no final da bebedeira.
Tudo certo? Claro que não!!!
Tudo certo? Claro que não!!!
Qual é o bêbado que lembra de tomar um remédio depois que já torto e querendo entornar mais.
Só lembramos da dose do Engov depois no dia seguinte, quando vem a ressaca.
Um certo dia, ainda nas choppadas da faculdade me propus a tomar o Engov de depois de qualquer forma. Resultado: overdose de Engov. Já explico.
Comprei um cartelinha que vem com quatro. (Um absurdo! Se a dose é 2, por que só vendem com 4). Bem, antes de começar a choppada tomei um junto com a cerveja pra abrir o apetite.
Lá foram 3 horas de choppada e já torto. Pensei: "Vou ficar muito ruim hoje, melhor tomar outro Engov para garantir". Lá se foi o segundo.
Quando a choppada acabou, fomos para o bar em frente à Puc. Lá pensei: "vou terminar por aqui". Então era a hora de tomar o Engov depois. Tomei com um copo de cerveja para fechar a noite. Mas para o meu azar resolvemos esticar até o depósito de cerveja, mais abaixo. E lá ficamos por mais horas. Merda! O Engov depois tinha virado o Engov do meio.
Bem, saindo do depósito ainda sobrava resistente em meu bolso o último e salvador comprimido. Enfiei goela abaixo e vamos.
Vamos? Que nada ... meus amigos me arrastaram para o Baixo Gávea. E mais um Engov jogado fora, quer dizer, jogado dentro.
Se os comprimidos fizeram efeito ou não, não me lembro. Mas acho que me deram onda porque cheguei em casa tortinho.
No dia seguinte: a ressaca como sempre!
quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
Divirta-se sem moderação
Sem comentários e sem condições de postar.
Só preciso dizer uma coisa: preciso parar de acreditar nas minhas mentiras.
Só preciso dizer uma coisa: preciso parar de acreditar nas minhas mentiras.
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