terça-feira, 21 de agosto de 2007

O tempo que não se perdeu


"Não se contam as ilusões
nem as compreensões amargas,
não há medidas pra contar
o que não podia acontercer-nos,
o que nos rondou como besouro
sem que tivéssemos percebido
do que estávamos perdendo.

Perder até perder a vida
é viver a vida e a morte
não são coisas passageiras
mas sim constantes, evidentes,
a continuidade do vazio,
o silêncio em que cai tudo
e por fim nós mesmos caímos.

Ai! o que estave tão cerca
sem que pudéssemos saber.
Ai! o que não podia ser
quando talvez podia ser.

Tantas asas circunvoaram
as montanhas da tristeza
e tantas rodas sacudiram
a estrada do destino
que já não há nada a perder.

Terminaram-se os lamentos."
* Pablo Neruda

* Pra quem está tão distante e tão próximo.

4 comentários:

Roscele Melo disse...

Como adorei ler isso aqui... nossa.
a pessoa pra quem vc escreveu isso tem muita sorte hem!
¬¬
aposto que ela deve amar ter te encontrado por ai.

saudades...
adorei!
;*

Roscele Melo disse...

Como adorei ler isso aqui... nossa.
a pessoa pra quem vc escreveu isso tem muita sorte hem!
��
aposto que ela deve amar ter te encontrado por ai.

saudades...
adorei!
;*

Isabela disse...

Ei pretinho...
Em relaçao ao texto retorno... pois eh, agora mais do nunca podemos nos esbarrar por ai... tudo bem no fundo nao eh esse o real sentido do texto... mas dane se valeu pra minha auto estima aumentar, q eh o q acorre cada vez q falo da minha carteira!!!
E sobre as pessoas tao longes e tao proximas... hmm.. mtas coisas a pensar mas nada a declarar!!
Mtos beijos!
beijos

Anônimo disse...

Neruda é foda.
não tem nem o que comentar.
Abs